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sábado, 12 de maio de 2007

Capitulo 1 Jay-Q NaveZero - A Fuga dos Mecas

Meus amigos me chamam por Falk, meus pais me apelidaram por Faustine - Fall Austine Lud Kason, Sammy era o único dos meus amigos a me chamar por Austine, e esse é o meu grande e complicado nome, o atual co-piloto de carroça a percorrer por uma velha e esburacada estrada de asfalto abandonada, por três já infindáveis dias

Estamos quase ao final de uma longa expedição de mais ou menos quatro anos. O ano é o de 2128, e posso dizer que mesmo sendo uma viagem longa, não perdemos nosso tempo em momento algum, até porque, o antigo conceito sobre o tempo ficou no passado, e hoje para nós além dos dias e das noites o tempo já não mais existe.

Nosso destino à Fazenda dos Ripels próximo ao Vilarejo aos pés do vale Knot Sleep, mais algumas horas de viagem, talvez cheguemos lá antes do final da tarde um pouco antes do por do sol. Knot Sleep se fazia uma parada obrigatória em nosso roteiro. Nauaman deveria ser o portador da nossa primeira encomenda e passava lá seus finais de semana na companhia de seu tio Sapas. Knot Sleep ficava próximo a Rubber Land nosso destino final, a tão comentada cidade das Casas Indestrutíveis e o famoso bairro de saída unica sendo ali onde deveríamos buscar nossa segunda encomenda.

Saímos da casa de meu pai, o velho Damith, nos confins de um lugar qualquer da velha Áustria com ordens expressas de chegarmos até esse lugar onde Sapas seu amigo de infância nos guardaria hospedagem, Sapas assim com meu pai era Austríaco, eu penso que ele nos espera com camas fofas, lençóis limpos e grandes travesseiros, tudo para nosso descanso em sua confortável e aconchegante casa.

Há dois dias atrás passamos pela cidade de Ducks in Mines, e dois dos membros de nossa expedição, Merlias e Timmy ficaram para trás. Merlias, porque se recusava continuar a viajar conosco em nosso desconfortável meio de transporte e Timmy por ser seu preocupado e dedicado irmão, não cogitava de forma alguma a possibilidade de deixá-la para trás, sozinha.

Nosso piloto oficial era Chimey, uma menina japonesa de dezesseis anos que estudava avidamente as práticas de tamagem que era como os magos chamavam os métodos de domesticação de animais, e neste momento se realizava arrebatada pelo manuseio da carroça quase sempre a delirar.

E mesmo nesses quatro anos só conseguiu entender cinco por cento do que ela insistia sempre conversar, eu balançava a cabeça, dizia: sim, aham, entendo. A mão no queixo com o dedo indicador na boca os olhos franzindo as sobrancelhas, como quem a entender tudo. Saiba que mesmo com a boca fechada Chimey parecia estar sempre sorrindo, deveria estar-me sacaneando, vendo eu não estar entendo nada. Sammy entendia um pouco e às vezes traduzia umas duas palavras, tentando colocar-me a par da conversa, talvez nossa amizade se traduzisse mais em uma troca de largos sorrisos desconcertados. Nunca vi ninguém sorrir engraçado assim, como Chimey.

Deitado atrás com as pernas esticadas com um dos braços a proteger o rosto do sol estava meu amigo Sammy, que com os olhos irritados pela forte luz tentava ler algo folheando um já surrado dicionário inglês japonês.

Eu deveria reapresentá-los, pois eram esses nossos apelidos, não fosse me sentir tão desmotivado e cansado, pontadas desagradáveis nos ombros já enrijecidos, a coluna arqueada e dores no pescoço de um possível torcicolo.

O balançar da carroça fazia com que o movimento agradável da cabeça para cima e para baixo se tornasse convite para incontidas piscadelas de olhos já sonolentos.

Mas como dizia antes, os nossos nomes, são complicados..., a gente abreviou tudo em nomes reduzidos, daí então à origem dos apelidos, o nome de Chimey era Tachi Meyani, Merlias a garota teimosa que ficou em Ducks se chama Mormely Valias, Asammy Sari é o nome de Sammy, e entre nós Timmy Dame era o de nome mais horrendo, Valetius Damedã.

Chimey parecia cansada e bocejava demorando, já realizada me passava o controle de sua carruagem, me olhava com um sorriso bobo de quem não mais esta afim e enrugando o nariz, apertou os olhos me mandando assim duas beijocas, como faziam quando batia as rédias do cavalo, depois um beijinho no rosto e com a mão na carroceria um salto ágil para trás caindo de joelhos na ramagem seca, e apoiando o outro braço na perna de Sammy, beijou-lhe também o rosto, e esse valia um cochilo com direito a um cafuné, recostou-lhe a cabeça deitando-se em seu colo assim seguimos. Sammy pronunciando as palavras de forma errada e Chimey o corrigindo com sua voz meiga, fina e baixinho que de tão baixo era quase imperceptível, porem como se fizesse cócegas nos ouvidos eu e os outros meninos adorávamos ouvir.

E eu segui dali sozinho na direção de nossa condução, confesso ter deixado os cavalos no piloto automático por minutos desacordados e entregue ao sono. Quando acordei pude ver ao longe a nossa frente o tempo que fechado anunciava que mais alguns poucos quilômetros adentraríamos em uma grande tempestade.

O vento frio nos abarcou de uma só vez, e estranhamente segundos atrás o sol sobre nossas cabeças estava tão quente que quase torrava nossos miolos. Começou então uma ventania que parecia não ter direção e as folhas da arvores e o vento quase me causaram um choque térmico fazendo doer por dentro dos ouvidos, eu já estava meio gripado, e a mais ou menos dois dias vinha tossindo um pouco e naquele mesmo instante meus tímpanos entraram em estado de alerta, e começaram a latejar, eu logo estaria constipado e com os olhos ardidos a garganta inflamada a voz rouca se tomasse àquela chuva.

Eu assustado com a virada do tempo olhei para trás e vi Chimey adormecida, Sammy já estava dispenso a se espreguiçar. E preocupado com ela se molhar logo acordei Chimey, chamando-a o para que ele se levantasse e visse o que eu primeiro avistei e apontando para frente lhes mostrei nosso problema;

- Sammy, eu acho que ela vem em nossa direção;

- Não Austine - dizia Sammy ainda se espreguiçando.

- Aquela chuva já esta lá há algum tempo, posso até sentir que ela já esta lá a nossa espera.- dizia ele

- E só observar que o vento forte nos atropela a sopra em nossas nucas e a franja dos cabelos de Chimey se esvoaça apontando para aquela direção, o que indica que se seguirmos adiante uma pancada de água em nossas costas logo à frente - completava ele já injuriado com a idéia de se molhar todo.

- É verdade, o sol estava muito quente, há minutos atrás. E esse vento que sopra por trás de nos é muito frio, parece vir ele daquela planície em nossa direção por entre as arvores ao nosso redor e retroceder para lá novamente passando furioso por trás de nós.

- É uma chuva encubada acredito – arriscou Sammy – É com se alguém a tivesse aprisionado uma grande tempestade naquele lugar, com certeza é esse o nosso cartão de boas vindas, não tenho dúvidas.

- Se encontrássemos uma bandeira cinza fincada logo à frente não me surpreenderia a confirmar minhas suposições, eles devem telas escondido bem, e se for isso mesmo é necessário que observemos onde os raios caem com maior freqüência, pois e lá que devemos ir retirá-las.

- Chimey olhava para nós dois e retrucava em inglês, Storm... Storm..., ^^. Sorrindo empolgada e batendo palmas, a decerto gostava ela de chuva, vai saber... E seguindo em frente desajeitado pelo balanço da carroça procurava com o dedo no dicionário como se dizia Chuva em Chinês. ^^

De repente ouvimos um zunido que passou por nós desenfreado, era um carro muito potente, um esportivo desses baixos e de muitos cavalos, assim que ele nos ultrapassou, reduziu e freou bruscamente por bem um duzentos metros e virou atravessado no meio da estrada, como se houvesse fundido com um a quantidade de fumaça que saia pelo capô.

Naquele momento começou a chover pra valer, despencou de uma só vez em gotas tórridas e uma ventania que soprava muito forte, numa tempestade de vento e menos de dois metros do veículo, que esfriava o motor na água que caia, e a fumaça ainda subia naquele superaquecimento, descemos todos da carroça já ensopados.

Dentro do carro estavam Merlias que dirigia e Timmy no banco de passageiros. Eles desceram empurramos assim o carro abandonando-o estragado na beira da estrada e seguimos viagem de carroça, menos Merlias ainda se recusava a acompanhar-nos.

Chimey por uns instantes vendo Merlias ficar para trás desse da carroça e a acompanha a pé.

A tempestade é bem forte ensopando a todos eles, Falk constipa e fica muito gripado.

Eles chegam à estrada que leva ate a fazenda no final da tarde de uma quinta-feira.

Kimy uma menina esta sentada na porteira e com um guarda chuva os espera dizendo estar ali por quase o dia todo a esperá-los

A pequena Kimy leva os garotos até a cabana.

Kimy lhes dá roupas seca e os leva para tomar uma ducha quente.

Era muito grande a Fazenda e cheia de corredores e quartos e muito aconchegante.

Kimy diz aos garotos que Sapas foi pescar e que voltava a noitinha

Kimy convida Chimey e Merlias para prepararem o jantar e os meninos exploram os cômodos da casa.

Ainda cai um pé d´água e Kimy conta aos garotos que aquela tempestade já dura dois meses ininterruptos.

O velho Sapas chega e fica muito contente com a chegada de seus novos hospedes.

E lhes conta como já sabia sobre da chegada dos meninos.

Eles todos jantam juntos e conversam sobre a longa viagem dos meninos sobre a tempestade sobre Damith seu velho amigo de colégio e sobre a possível visita de Nauaman.

O velho relata aos meninos que quanto estava retornando de sua pesca avistou uma bandeira de chuva encubada dentro de sua propriedade, ele pede então a ajuda aos meninos para removê-la de lá (vários guarda chuvas e muita ventania).
(Que isso, Gian, tá com preguica ou tá com pressa. Um evento tragico como esse necessita pelo menos tres paginas! è uma situacao de vida ou morte.)

Os meninos têm problemas ao tentarem arrancar a bandeira, ela dá um grande choque e joga Chimey eletrocutada desacordada na enxurrada.

Sammy se desespera muito preocupado com Chimey que para ele é como sua irmãzinha caçula

Ele tenta reanimar Chimey que perdeu a respiração. Então imagina ter ela morrido e com muita fúria ele coloca sua mão na estaca fazendo muita força e suportando a descarga faz com que ela se queime a desintegre-se ele sem já sem força se transforma em água e desaparece se misturando com a água da chuva que chegava aos joelhos na enxurrada.

Kimy consegue reanimar Chimey com respiração boca a boca.

Naquele momento a chuva para por só sobre a fazenda as nuvens se afastam rapidamente e uma grande lua cheia surge no céu.

Falk e Timmy vão à procura de Sammy e enquanto os dois caminham poucos metros no desbarranco um grande redemoinho de águas nasce da enxurrada espirando a molhar ainda mais a todos, Sammy ressurge de dentro dele.

Já era tarde da noite eles retornam para a cabana e depois de outro banho quente Sapas cuida deles com toalhas secas, cobertores sobre os ombros e várias canecas de chá de canela quente.

Todos vão se deitar, e todos adormecem menos Timmy que fica na janela a observar a lua cheia.

A olhar a grande lua ele se depara com a visão de uma bela garota embaixo de uma arvore frondosa com longos cabelos esvoaçantes em frente à lua por sobre um bosque.

Timmy acorda Falk para lhe mostrar sua visão porem quando retorna a janela não a mais nada, nem a garota nem a arvore. Eles voltam para a cama e Falk dorme Timmy continua acordado.

Na mesa do café da manha Timmy comenta com os outros de sua visão com empolgação.

Sapas acorda e lhe conta que não foi uma visão que aquela era sua filha caçula Marûe a vigiar a noite e as arvores. Pegando um bolo inteiro por sobre a mesa sai apressado.

Kimy aproveita a ausência de Sapas e diz a todos que sua tia Marûe era como um fantasma uma assombração da noite e com historias de terror matutino deixa a todos com medo menos a Timmy que vislumbrado com Marûe não leva a serio a historia de Kimy, dizendo não ser nada daquilo repetia que acha já conhecer a garota Marûe apesar de não saber de onde.

Merlias questiona a ausência dos pais de Kimy e Nauaman, ela lhe revela que eles adormeceram e são Ônires agora e que sua avó Nayuka a mulher de Sapas desapareceu no dia do arrastamento.

As garotas preparam o almoço e os garotos vão até a porteira, ansiosos pela vinda de Nauaman para o almoço de sexta-feira. Porem ele não aparece

Eles retornam e almoçam Sapas não aparece para o almoço

Após a refeição Kimy devolve as roupas secas aos meninos a perguntar para Timmy o que ele carregava em um caixinha que estava no bolso de sua calça molhada.

Timmy mostra para Kimy o colar e conta para ela como ele o ganhou, dizendo que Damith o entregou com recomendações de usá-lo somente após conhecer os planos de Nauaman.

Já quase no final da tarde Kimy os convida para conhecer a fazenda a sua criação de peixes exóticos, e eles selam os cavalos e seguem para um passeio noite adentro.

No caminho para o lago já escuro pela noite, eles vêem logo a frente uma garota encostada no tronco de uma arvore em frente a uma fogueira acessa.

A pequena Kimy grita com a intenção de assustar os garotos diz ser aquele o fantasma de sua tia Marûe.

Todos desses dos seus cavalos constrangidos e sem ação e o suposto fantasma de Marûe foge da presença dos meninos.

Timmy não se assusta e vai com seu cavalo atrás da menina, porém se perde na floresta, sozinho.

Kimy e os outros seguem em direção ao lago, porem preocupados com o sumiço de Timmy achavam que eles poderia ter seguido para lá.

Timmy desce de seu cavalo e senta em uma pedra a esperar os outros garotos, e começa a cantar uma música, Marûe escondida fica de longe observando ele cantar admiranda, extasiada por Timmy.

Kimy e os outros chegam ao lago, mas não o encontram. Chimey se afastados outros dizendo ir procurar de um animal que viu logo à frente.

Ela retira então de sua mochila grandes pedaços de carne e os atira ao lago para seus bichinhos, os garotos ficam pasmos com a ferocidade de seus monstrinhos gigantes.

Timmy para de cantar e Marûe continua a musica com uma bela voz, ele se assusta com o vulto de Marûe a passar rapidamente por entre as árvores.

Timmy chama por Marûe que surge por detrás de uma arvore segurando uma lamparina na mão.

Chimey sobe em uma pedra distante dos meninos e tirando sua roupa ficando somente de biquíni mergulha no lago com as feras de Kimy.

Os outros meninos de longe gritam desesperados, Sammy e Falk correm em sua direção e Falk mergulha no lago em busca de Chimey no fundo.

Sammy discute com Kimy, Falk demora emergir e Chimey não emerge, Merlias tenta acalmar Sammy que passa mal.

Kimy chora e Falk a consola dizendo não ter ela culpa.

Sapas aparece no meio da confusão.

Ele diz aos meninos que os peixes são dóceis, pois mal nenhum fizeram a Falk e que eram eles exigentes com sua alimentação.

Sammy se desculpa com Kimy.

Chimey emerge do lago com o Sumoning de um belo peixe com forma humana com guelras. Mayarytha

Ela desfaz o Sumoning e se volta empolgada aos meninos com a possibilidade de tamar os animais de Kimy, Como sempre ninguém entende nada do que ela diz somente Sammy.

Eles contam a Sapas sobre o sumiço de Timmy e decidem irem a sua busca.

Marûe entrega a Timmy um colar com uma chave e pede a ele que a encontre novamente na madrugada no bosque, da um beijo em seu rosto e corre pro meio da floresta.

Sapas e os outros não encontram a Timmy e voltam para a fazenda na esperança de que ele esteja lá.

Timmy volta no escuro num breu onde não conseguia ver nada confiando em seu cavalo que o leva de volta a uma trilha de onde ele vê as luzes da fazenda retornando em segurança.

No caminho Falk comenta sobre terem eles visto a Marûe e Sapas descobre da brincadeira mentirosa de Kimy, ele esclarece a todos que Marûe não é fantasma e o porquê dela nunca estar por perto.

Eles chegam à fazenda e encontraram um bilhete deixado por Nauaman.

Vovô... Estive por aqui não encontrei ninguém, na entrada da fazenda, próximo à antena tem um Mecha... Conforme estava escrito nas previsões do velho livro do Sr. M. Jones. Beijos Nauaman.

Timmy chega à fazenda e não dá maiores informações sobre seu sumiço. Merlias sua irmã lhe dá broncas.

Timmy janta calado, e após o jantar revela somente a Falk sobre Marûe.

Merlias fica encucada com a presença de mais alguém na fazenda que não Marûe.

Sapas conta aos meninos sobre sua esposa o pai e a mãe de Kimy e Nauaman sua filha mais velha Mayarytha.

Em seu ultimo assunto sobre Marûe ele conta aos meninos sobre o despertar de Marûe que era também uma Ônire, e Timmy sente pequenos dejavus.

Timmy Sammy e Falk se recolhem a seu alojamento e Falk revela a Timmy e a Sammy sobre o colar Vastôri que Timmy carrega consigo o qual foi dado pelo seu pai adotivo de Falk, o velho Damith.

Sapas conversa com os meninos sobre o projeto Meca do pai de Nauaman, as redes subterrâneas em baixo da fazenda que levam contam as cidades de Rubber Land ate Pillgrimage onde fica a base militar de construção dos Mecas.

Merlias e Chimey vasculham os quartos da Fazenda em busca da presença que a incomoda.

Kimy fica sozinha na varanda e Marûe aparece para lhe dar um beijo de boa noite, ela cochicha em seus ouvidos de Kimy sobre Timmy, Kimy sorri e entra novamente para a casa da fazenda.

Sapa chama os garotos para irem ate o mecha deixado por Nauaman, Timmy prefere não ir e fica só a espera de seu encontro com Marûe.

Sapas revela a Falk e Sammy que Marûe se afastou dele por se achar ela responsável pelo sumiço de sua Mãe.

Eles chegam até a antena construída por Nauaman onde ele acoplou o Mecha.

Merlias e Chimey encontram uma porta secreta em uma parede falsa no quarto que estavam dormindo porem não conseguem abri-la.

Timmy vai ate o bosque e fica a espera de Marûe ela aparece e lhe beija a boca, ele fica envergonhado, então eles conversam, ela diz o amar, estando a esperar a tanto tempo.

Timmy não entende e Marûe o faz recordar do porque ele achar que já a conhecia.

Timmy questiona sobre a arvore frondosa que sumiu, e os cabelos de Marûe crescem como raízes de árvore e se enraizando ao solo a arvore ressurge. Eles se beijam novamente.

O dia amanhece e Sapas Falk e Sammy continuam sentados a conversar aos pés do Meca.

Merlias e Chimey despertam e vão contar a Kimy sobre a porta secreta porem Merlias não conta a ela seu pressentimento sobre o a estranha presença.

Timmy adormecido ao leu na grama porem Marûe já não esta mais lá. Ele fica lembrando dela, a meninas correm ao seu encontro e o lhe contam sobre a porta.

Ele não se da conta que a chave para abrir a porta é a chave que Marûe ganhou de sua mãe e lhe deu.

Quando Merlias lhe mostra a porta de madeira Timmy sente outro dejavu e desmaia, Merlias coloca mão em sua cabeça e sensitiva vê seus pensamentos sobre Marûe descobrindo assim o motivo de Marûe ter lhe dado à chave. Ela retira o colocar com a chave do pescoço de Timmy e abre a porta.

Marûe aparece para Falk, Sammy e Sapas, ela esta diferente de antes, Sapas a chama porem ela continua andando parecendo não ouvir.

Sapas estranha a presença de Marûe logo no alvorecer, visto que ela sempre surgia a noite.

Eles caminham de volta a fazenda e se deparam no caminho com a trilha cercada de arvores por todo o caminho que levava ate a fazenda, e Sapas diz aos meninos que aquelas árvores não estavam lá, eles confirmam não tê-las visto antes, ele ri e diz aos outros que desta vez teriam eles a visita inusitada de um fantasma.

Merlias Chimey Timmy e Kimy se deparam com um elevador escondido atrás da porta, eles dessem pela base e Kimy conta a eles sobre os projetos de seu pai agora continuados por Nauaman. Ela já conhece o subterrâneo, porem diz estar tudo abandonado naqueles setores e que somente à base de Pilgrimage esta sendo utilizada.

Merlias não se da por satisfeita e segue pelos corredores atrás da prensa estranha que sente estar por ali os garotos seguem atrás dela.

Dentre vários corredores e portas de vários setores Merlias segue segura até uma porta de metal trancada e questiona sobre a possibilidade de se abrirem aquelas portas.

Kimy, diz que somente Nauaman consegue abri-las acessando sistema da base militar pelo seu computador, e que para se comunicar com Nauaman somente indo ate o Mecha e estabelecendo nele o contato pelo sistema de comunicação.

Merlias coloca as mãos na porta e vê que dentro da sala está a esposa de Sapas adormecida, ela mantém em segredo não conta para os outros o que vê, eles voltam para a fazenda.

Assim que chegam à fazenda se encontram com Sapas e os outros, Kimy conta a Sapas que levou os meninos para um passeio no subterrâneo sem desconfiar dos pressentimentos de Merlias.

Marûe aparece na varanda da fazenda à procura de Timmy.

Chimey repete para os outros ghost, ghost, todos sorriem entendendo se tratar de Marûe e não dão importância à tentativa de Chimey de contar sobre a busca de Merlias a estranha presença.

Marûe segura na mão de Timmy que lhe dá um beijo no rosto a leva até Sapas, ele a abraça e ela pede perdão a seu pai, dizendo ter ido ela a procura de Nauaman quando dá chegada de Timmy e os garotos tendo pedido para ele a leitura do livro, que revelou o retorno de sua mãe após a chegada dos das crianças.

Timmy pede a Marûe que fique ela aceita ficar e almoçar com eles, Sapas empolgado, ainda limpando as lágrimas diz que ira preparar um almoço especial, e abraça a todos.

Merlias após ouvir Marûe desconfia já saber onde está sua mãe porem guarda silêncio até o final do almoço.

Já todos na mesa, Sapas as crianças a história desde o seu inicio, sua amizade de infância com Yadjadrin e Damith o pai de Falk, e a descoberta por eles na biblioteca da escola de um livro estranho do Sr. Tim Jones que citavam seus nomes e os acontecimentos de suas vidas quando ainda crianças até esse futuro recente.

Dizia Sapas que esse livro era tão convincente que descrevia em detalhes tudo relacionado às vidas de seus vários protagonistas, no caso ele e as crianças, até mesmo os recentes acontecimentos, os que ocorrem na fazenda neste exato momento estão escritos nele.

Sua jornada até aqui e nossa espera por vocês. Tudo está escrito nesse estranho e medonho livro, intitulado “acorde”.

Porem depois de mim, Damith e Yadjadrin somente mais duas pessoas tiveram acesso a ele, guardado secretamente pelo marido de minha filha Mayarytha o pai de Nauaman e depois pelo próprio Nauaman meu neto, e somente nós o lemos. Eu e meus amigos na infância lemos alguns trechos, o pai de Nauaman o leu na integra e Nauaman somente o consulta para confirmar alguns acontecimentos e antecipar os próximos, tão tenebroso é saber sobre o futuro, e tão exato são os acontecimentos narrados nele que todos nós temos medo de lê-lo.

Ele contava que achavam eles no passado quando ainda crianças, que aquele livro provavelmente fora escrito por alguém que viveu no futuro, e que quando seu amigo Damith partiu devido à urgência das previsões, eles se desencontraram e o livro ficou consigo assim como também estava escrito, ele dizia ter lido somente até o dia em que o arrastamento de luz acometeu a todos, que era uma das muitas catástrofes as quais o livro prévia, neste dia muitas das pessoas que estavam acordadas adormeceram, e o tempo parou para alguns que não mais envelheceram, neste dia quase apocalíptico conheci Nayuka que no futuro se tornou minha esposa, e diferentes de muitos dos que ficaram acordado nós envelhecemos, nos casamos e tivemos duas filhas Mayarytha e Marûe e dois netos filhos de Mayarytha, Kimy e Nauaman. O livro ficou comigo guardando em segredo por muito tempo sendo entregue depois ao meu genro Fellmud marido de Mayarytha.

Naqueles dias, quando do começo de tudo li as primeiras previsões sobre o arrastamento de luz, havia no livro uma lenda a cerca da fuga dos reis de um planeta chamado Sodomor para o nosso, junto a eles e outro mago de nome Elliarth trouxeram consigo uma árvore que foi replicada para o estabelecimento de um portal que ligaria os dois planetas e esta árvore estaria exatamente no mesmo local onde eles caíram isso antes mesmo do estabelecimento dos humanos aqui, quando a terra ainda era um planeta virgem, milhares de anos depois esses reis tiveram seus filhos os príncipes Etáris, a lenda dizia que quando essa árvore fosse ferida haveria um desequilíbrio no tempo espaço, e o tempo pararia nesses dois lugares, dizia também sobre uma pedra chamada Ôni que divida e introduzida secretamente nos organismos vivos dos humanos através do convívio e os andamentos normais desses reis na sociedade quando através de um simples aperto de mão repassavam fragmentos dessa pedra onírica aos humanos que obtinham assim proteção contra este abatimento futuro nos dias vindouros seriam eles protegidos por um sono coletivo profundo.

Há mais ou menos cento e vinte anos atrás essa lenda se completou, a árvore foi partida ao meio e de dentro da árvore surgiu uma luz que rasgando o céu veio a circundar nosso planeta pelo período de um ano, e onde essa luz passava arrastava consigo tudo engolindo as pessoas as casas, cidades inteiras até consumir o planeta por completo, nesses dias houve muita destruição, porem a luz não matava as pessoas, e indiscriminadamente ela engolia algumas construções enquanto outras permaneciam intactas. Muitas pessoas acreditaram que o adormecimento estaria relacionado a essa luz, de certa forma sim, mas estranhamente isso não era uma regra, algumas pessoas caíram adormecidas quando a luz as engoliu, outras não, e mais tarde se descobriu que havia três coincidências, a de pessoas que acordadas continuaram acordadas, e sobre pessoas que acordadas adormeceram e outras que estando dormindo no momento que foram engolidas pela luz nada as aconteceu.

Muitas construções sumiram junto a estradas inteiras, as pessoas adormecidas desapareciam e apareciam todas em um mesmo local, deitadas em segurança, o tempo alterava movia tudo de lugar transformava a paisagem, florestas apareciam e desapareciam, montanhas, rios mudavam de lugar, outras construções caíram em ruínas, e estranhamente não se conhece notícia de alguém que houvesse se ferido ou morrido mesmo com algo tão assolador abatendo a todos e a tudo.

O único caos que realmente trouxe o pânico a todos foi o de verem os seus adormecidos num estado parecido ao coma, nesse desespero muitos tocaram os Ônires e esses também adormeceram.

Com os anos as pessoas passaram então a acreditar que os adormecidos eram agora seres dignificados pelo estado das coisas, visto que acreditavam serem eles os responsáveis pelo não mais envelhecimento das pessoas.

Um outro segundo arrastamento veio depois de muito tempo, oitenta anos após do primeiro a mais ou menos quarenta anos atrás.

Diferente do primeiro foi esse silencioso não causando destruição alguma, dessa vez desceram luzes dos céus e essas consumiam todos os milhares de antenas espalhadas no mundo, todos os sistemas eletrônicos que transmitia imagem e som serviram como canal de difusão dessa invasão, emitindo um estranho sinal que se espalhou atingindo a toda uma rede mundial, quem estava naquele momento assistindo TV, na frente de um monitor de computador, conversando em um aparelho telefônico ou ouvindo rádio, todos esses também adormeceram, assim a população de Ônires aumentou sistemicamente no planeta atingindo mais 80% da população mundial.

Merlias e Timmy contam que seus pais e os pais de Chimey e Sammy também adormeceram.

Sapas continua sua história dizendo que segundo arrastamento lhe pareceu pior que o primeiro, pois neste dia adormeceram suas duas filhas seu genro e sua neta JayQ filha adotiva de Mayarytha.

Neste dia também minha Nayuka desapareceu. E depois disso o tempo parou também para mim Marûe e as crianças, se continuasse eu a envelhecer com certeza já não mais estaria vivo.

Sobre o adormecimento de quase toda minha família acredito que não suportaria não fosse pela presença de meus dois netos.

Marûe despertou estranhamente poucos meses depois e tivemos que sair da cidade com ela, pois as pessoas a viam como uma aberração e uma ameaça aos outros adormecidos.

Em todos esses anos Nauaman não aceitou o fato de seus pais estarem adormecidos, estudou por todo esse tempo, se tornando um havido autoditada e como seu pai um grande cientista. Deu ele continuidade aos projetos de seu pai e encontrou uma nova resposta as possibilidades, o motivo de todas essas coisas, vinda pelos estudos sobre os adormecidos de ser o livro previsões recebidas pelo escritor nos sonhos. Anos depois o adormecimento de seus pais e de JayQ, Nauaman havia criado um sistema de redes neurais e conseguia através desse sistema ter acesso ao que no livro era descrito como Ôni o inconsciente coletivo de todos os adormecidos, sendo esses os chamados Ônires.

Sapas contava que esse livro em parte se perdeu no dia do segundo arrastamento metade dele se queimou num incêndio.

Falk questiona mais sobre onde estão os pais de Kimy e JayQ,

Os pais de Kimy contava Sapas, estão como os outros adormecidos na cidade, isolados como o fazem em quase todas as cidades do planeta, e JayQ escondida a espera de vocês.

Sammy se espanta e sobre o fato de uma Ônire escondida separada dos outros adormecidos e pergunta a Sapas qual era o motivo.

Sapas conta sobre a adoção de JayQ.

Após o primeiro arrastamento quando ainda éramos crianças nós lemos algumas previsões no livro que assim dizia:

“Quando os reis voltassem ao seu planeta de origem de lá enviariam um presente e assim os anjos de metal cairia do céu e traria como ajuda os guardiões que comandariam a formação de um segundo exercito para se unir com o primeiro, O exercito dos Mecas e dos Magos”.

Damith já deve ter contado a vocês histórias acerca dos Etáris, as crianças que se esconderam em nosso planeta e retornaram para o planeta deles Sodomor, foram eles que

para lá retornando enviaram JayQ e ou outros seus pilotos de Guerra, porem somente ela conseguiu chegar até aqui.

Deixe lhes contar sobre os Mecas, pois a história do surgimento dos Magos de Sodomor já é de conhecimento de todos nós.

No livro além das previsões sobre arrastamento de luz, continha também outras previsões sobre a queda de uma nave que traria uma menina e cairia no oceano, o inicio de um projeto militar de resgate dessa nave foi comandado pelo pai de Kimy e Nauaman a descoberta de um robô gigante dentro dessa nave, o projeto iniciado pelos militares de replicação dessa tecnologia falido para finalidades bélicas, a banalização do governo por essas máquinas e a reutilização desses robôs para fins de controle ecológico como replicadores de arvores e respiradores gigantes de gás carbônico pela limpeza da poluição da atmosfera no planeta e controle do aquecimento global.

Sobre o sinal que demarcaria o dia em que os muitos se uniriam para essa batalha entre humanos e máquinas, e as luzes que irradiariam da lua anunciando esse dia.

Sammy se mostrava destemido e se ofereceu para ler o restante que ainda por eles não havia sido descoberto.

E o que aconteceu a menina questiona Falk curioso:

Sapas conta que a menina era um milagre, quando a nave caiu no oceano dentro dela encontraram somente o robô gigante. Semanas depois cientistas questionaram a possibilidade de o robô ser pilotado, eles então buscaram a existência de um compartimento de piloto e encontraram nele uma cápsula e uma forma humana dentro dela, depois de retirarem a cápsula demoraram mais uns dias para conseguir abri-la e ali encontraram a menina. Que estava em coma, saindo dele duas semanas depois.

Eles a levaram para uma base militar a de Pillgrimage onde o coordenador do projeto era meu genro o Tenente Fellmud, ele meses depois, para segurança da menina, devido às previsões do livro pediu-me para que em segredo que eu a raptasse levando-a em segurança. O projeto de replicações dos robôs havia sido completado, porem a menina se recusava pilotar seu robô para estudo, eles então a aprisionaram na tentativa de forçá-la e devido a esses maus tratos tomamos por decisão esconde-la. Nós deveríamos protegê-la deixando longe do projeto e dos planos dos militares, executei então a vontade de Fellmud e a escondi, Mayarhita cuidou dela e a adotou e somente conosco ela conversava, ela mesma nos contou seu nome Djamille e nós a apelidamos carinhosamente por JayQ, Key por ser ela a chave que desenrolaria toda essa trama a qual estamos cercados.

Porque o projeto bélico dos Mecas faliu perguntou Sammy.

O primeiro robô que caiu com a nave tinha um sistema de energia independente que os militares nunca conseguiram ativar, e como JayQ havia adormecido sem revelar o mecanismo eles criaram um sistema similar, porem não conseguiam prover energia suficiente para alimentar os robôs por muito tempo, quando o pai de Nauaman adormeceu os militares procuraram por meu neto e o financiaram sob ameaça, para que ele desse seqüência, assumindo o comando do projeto de redes neurais para acordar a menina, eles viram o funcionamento da Ôni porem não se interessaram por ela, a tinham por somente uma rede de pensamento coletivo que viram como desinteressante para investirem em estudos mais aprofundados. Mais tarde alguns desses robôs tomaram vida própria e fugiram da base, esses robôs começaram então voluntariamente um processo de replicação de arvores que era desconhecido pelos projetistas e engenheiros do projeto. E foram então banalizados por não se conseguir controla-los eles eram considerados robôs burros com aparatos bélicos que não funcionavam. O exercito nunca descobriu a origem da energia deles, Nauaman recentemente descobriu, porem ainda guarda sua descoberta em segredo, O exercito ainda tem esperança de retornar o controle das máquinas e seguir com seu projeto de robôs para guerra acordando JayQ e retirando dela seus conhecimentos sobre o controle e pilotagem dos Mecas, com o dispositivo neural criado por Nauaman.

E porque acreditam tanto os militares que esses robôs terão mesmo potencial de combate.

No passado, numa tentativa de fuga de Djamille ativou o primeiro robô, ela destruiu tudo que a tentou capturar, eles sabem bem do potencial de combate dessas máquinas podem apostar.

Porem o que devemos nos preocupar por agora e que JayQ adormeceu e a vinda de vocês é fundamental para que nós a despertemos, nosso tempo é curto e o projeto de redes neurais de Nauaman precisa da união dessas peças para ser completamente finalizado, a presença de um Vastôri (o que navega nos sonho alheio), que deva ser um de vocês e que forma a segunda chave junto com JayQ, só assim o seu sistema neural de meu neto estará completo e pronto para que possamos prosseguir com as previsões do livro.

E como poderemos ter certeza de que os militares não capturarão JayQ, perguntava Falk

Existe a previsão da queda de outras naves no oceano e essas virão para destruir a nós todos, essa é a previsão que somente nós por enquanto conhecemos esse é um dos motivos do porque estarmos fingindo uma parceria com essas organizações militares, precisaremos desses robôs sobe o nosso comando.

A queda de outras naves no oceano esse é o último dos relatos escrito no livro nas páginas que restaram e contam sobre um acampamento de guerra a espera uma batalha entre humanos e máquinas numa praia chamada Beach of Saints a mais ou menos 850 kilômetros de onde estamos com datas previstas para os próximos meses.

E como Damith o pai de Falk foi avisado da necessidade de virmos até aqui questionava Merlias.

Damith é um Vastôri dizia Sapas, ele me visitava nós sonhos e conversávamos sobre estas previsões, às vezes também o escrevo cartas.

Timmy revela a Sapas, Marûe e Kimy o que Falk havia contado a ele e Sammy na noite anterior sobre o colar que Damith o entregou.

Eu sou o Vastôri conta Timmy a Sapas, já imagino como tudo isso deva se dar. Timmy e Marûe revelam a Sapas que foi Timmy que conseguia acorda-la, há quarenta anos atrás.

Após o almoço Merlias pede a Kimy para ir até o Meca ver com Nauaman a possibilidade de abrir aquelas portas.

Kimy e Chimey saem de bicicleta vão até o Meca a pedido de Merlias.

Merlias espera a saída de Kimy e conta a Marûe e Sapas sobre a porta secreta que levava até o subsolo.

Eles descem todos lá novamente. Sapas diz que conhecia todas as alas do subsolo menos aquela. E que não sabia da existência daquela seção.

Merlias conta como achou a porta sobre a leitura dos pensamentos de Timmy e a chave no colar dado a Marûe por sua mãe.

Marûe chora e pergunta a Merlias se sua mãe esta ali. - Acredito que sim – responde Merlias.

Sapas também chora, e sussurra baixo várias vezes, tão perto... Tão perto...

Eles continuam caminhando e vão ate a porta de metal, Merlias diz ser ali, Sapa escorrega suas costas na parede, assolado e abatido até sentar-se no chão.

Marûe bate as mãos na porta e chamando pela mãe varias vezes... E chora...
Sapas levanta e como Marûe faz o mesmo... Os meninos ficam consternados.

Kimy escala o Mecha e entrando em seu compartimento de piloto estabelece uma comunicação com seu irmão antes mesmo de lhe contar sobre o corredor secreto, Nauaman a conta já ter lido essa parte do livro e se adiantado sobre os acontecimentos, diz também já saber que deveria abrir a porta, contado a Kimy sobre o ressurgimento de sua avó.

Nauaman instrui Kimy sobre a pilotagem do Meca.

Kimy aciona o piloto do Meca, colocando sua mão em uma luva de metal com a outra mão ela abre um compartimento secreto e retira dele uma pedra, e colocando-a numa espécie de ignição, a luva reveste todo seu corpo com uma couraça de metal acionando assim os sistemas de pilotagem do robô segue em direção a fazenda Chimey a segue de bicicleta, gritando e rindo...

As luzes dos corredores falham e se apagam as portas abrem e as luzes de segurança se acendem...

Eles seguem por uma seqüência de corredores e Marûe corre na frente, ou outros seguem atrás na luz baixa, Sapas anda de vagar assolado com as pernas arqueadas escorando nas paredes do corredor, muito confuso e inconformado por não ter descoberto há mais tempo. Sammy e Falk o ajudam.

Eles entram e encontram Marûe abraçando a mãe adormecida numa cama, Sapas se ajoelha aos pés da cama.

Todos sabiam que não se podia tocar os Ônires, quem os toca também adormece, porem eles descobrem que existe uma exceção com Marûe talvez por ter sido ela também uma Ônire no passado.

Sammy retira do bolso uma luva de couro e entrega a Sapas, que acaricia o rosto de Nayuka.

Kimy pilota o Meca até a porta da fazenda, e desce correndo entrado na casa.

Ela e Chimey descem até onde estão os outros ela entra e abraça Sapas, chorando.

Marûe leva sua mãe até a casa. E a acomoda em seu antigo quarto.

Marûe pede a Timmy que tente acordar sua mãe sabendo ela ser ele o Vastôri. Ele fica assustado dizendo ainda não poder. Ela o entende e acaricia seus cabelos sorrindo. Ele lhe abraça e a consola.

Marûe procura Merlias sabendo ser ela sensitiva e pede a ela que leia em sua mente o que realmente aconteceu naquele dia em que sua mãe se separou dela. Merlias encosta suas duas mãos em seu rosto e vê desde a separação das duas até o momento em que ela foi parar ali no compartimento escondido. Enquanto Merlias lê a mente de Marûe ela chora e grita até acordar assustada deitada em uma cama. Ouvindo Timmy chamar por ela.

Sapas, Marûe e Kimy ficam com Nayuka no quarto por todo aquele dia, os outros saem e ficam a conversar na varanda da fazenda, assustados e amedrontados com as tantas revelações de Sapas sobre o futuro e suas previsões.

Falk e Sammy combinam descansarem no domingo e ir ao encontro de Nauaman na segunda, pois a cidade fica a um dia de viagem indo de carroça.

Kimy sai na varanda quase anoitecendo e diz a Sammy que na confusão esqueceu-se de avisá-lo que Nauaman gostaria de estabelecer uma comunicação com ele no monitor de pilotagem do Meca.

Sammy sobe e Nauaman lhe pede para pilotar o robô novamente até a antena, para assim recarregar o seu sistema de energia, Sammy pilota o robô porem a poucos metros da antena o robô para por falta de energia. A conexão com Nauaman se perde.

Eles têm problemas com retornar o Meca novamente até a antena e decidem entre eles todos deixar o Meca ali e retornarem a Fazenda, combinam que tentarão recoloca-lo na antena na manha de Domingo.

Eles retornam para o jantar, Sapas e Marûe saem do quarto de Nayuka, eles optam por jantar na varanda da Fazenda, Sammy conta sobre seus pais, sobre seu encontro com Chimey, e a viagem em que conheceram Falk Timmy e Merlias.

Merlias e Timmy contam sobre seus pais a amizade deles com Falk e Damith, e parte da viagem até o encontro com Sammy e Chimey.

Marûe diz a todos que tem uma idéia para recolocar o robô gigante na antena, ela pede o corte de ma Meca de cabelos das meninas Chimey, Kimy e Merlias.

As meninas cortam os cabelos, quando Marûe encosta suas mãos nos cabelos de Merlias eles se recolhem a metade do seu tamanho ela corta uma mecha, e Merlias se assusta, após alguns segundos eles voltam ao tamanho normal, Merlias fica chateada e sai da mesa, se recolhendo no quarto, Chimey e Kimy vão atrás dela, Marûe se levanta em seguida sem graça pelo ocorrido e também vai atrás das outras.

No quarto Merlias chora dizendo ter visto os planos de Marûe e disse não querer o que viu.

Ninguém entende nada ela também não revela.

Todos se recolhem e vão dormir, Chimey espera todos adormecerem, e vai até o Meca brincar de piloto na Madrugada, ela sem querer ativa a bateria reserva. O Comunicador alerta Nauaman que vai até seu computador e vê Chimey dentro do compartimento.

Calado Nauaman observa ela brincar dizendo frases de combate em japonês, ele se encanta e fica feliz por saber também fala japonês fluentemente. Ele ativa o painel e surpreende Chimey, eles conversam Chimey faz amizade com ele e fica feliz por ele a entender perfeitamente.

Sammy a surpreende. Ela conta empolgada a Sammy de que Nauaman fala também japonês. Sammy sorri fica feliz pela nova amizade de Chimey ele pede que ela se despesa de Nauaman. Ele a trás de volta a Fazenda de cavalinho.

Timmy procura Marûe e sem achá-la na casa a procura na janela, ele a vê sentada na grama de pijamas abraçado os joelhos debaixo da arvore, ele vai ao seu encontro.

Merlias não consegue dormir preocupada com o que viu, acorda Falk para lhe fazer companhia, e questiona a ausência dos outros.

Sammy chega com Chimey dependurada em suas costas. E se junta a Merlias e Falk. Sapas aparece com uma bandeja de leite quente para todos. Ele diz estar feliz com o namoro de Marûe e Timmy e a volta de sua filha. Merlias estanha a noticia do namoro enciumada, todos ficam surpresos por não saberem de nada, Falk diz já desconfiar, Sapas chama a todos e aponta para os dois, eles estão se beijando. Todos voltam para a varanda e continuam a conversar. Sapas lhes conta mais histórias sobre o passado. Kimy acorda coçando os olhos e bocejando e se junta a eles, deitando-se no colo de seu avô.
Pela manha logo no café Marûe cutuca a Timmy que desconsertado e gaguejando pede a Sapas Marûe em namoro.

Todos riem, por já saberem antecipadamente sobre a aprovação de Sapas, e Timmy sem nada desconfiar fica muito desconcertado, o motivo de todos acharem a situação muito engraçada. Sapas sorri fingindo desconfiado deixa Timmy mais envergonhado, levanta-se e beija Marûe na testa e abraça o magrelo Timmy com força levantando alto (Sapas era muito alto), Kimy da piscadelas e suspira para Timmy, Marûe e os outros riem de Kimy que mostra a língua para eles, se levanta de da um beijo no rosto de Timmy, Todos se levantam e abraçam Marûe e Timmy. Merlias continua preocupada, Timmy fica triste por sua irmã que não o felicita.

Eles terminam o café da manhã Marûe chama todos para a resolução dos seus planos em relação ao robô.

Eles todos vão até o Meca, Marûe pega as mechas dos cabelos das meninas e os devolve a elas, ela pede que as meninas esfreguem as suas mechas as pontas dos cabelos, os cabelos estranhamente retornam as suas donas como se não tivessem sido cortados. Merlias chora, mas prossegue com os planos de Marûe.

Marûe se posiciona atrás dos pés do robô Merlias sobe no topo da antena, Chimey e Kimy ficam embaixo uns cem metros a frente do Meca. Marûe grita “agora”, sem ter antes combinado nada com elas, os cabelos de Chimey e Kimy crescem e se entrelaçam aos pés do robô pela frente, os de Merlias dão uma chicoteada e se enrolam com violência no pescoço do Meca pelas costas. Elas puxam com força e o Meca cai, antes que ele toque o chão Marûe de costas enraíza os cabelos no chão e abruptamente uma floresta árvores se eleva em segundos, segurando e amortecendo a queda do robô.

Falk Sammy e Timmy ficam impressionados e boquiabertos com a força que as meninas têm nos cabelos. Os cabelos de Chimey e Kimy desenrolam e retrocedem e as árvores de Marûe se afundam lentamente até desaparecer no solo. Merlias puxa os cabelos que se enroscam no pescoço do robô, Marûe vai até lá e os soltam porem eles não retrocedem. Timmy sobre até a antena e corta os cabelos de Merlias que chora.

Os dois descem Timmy a consola. Ela lhe pede desculpas e o abraça e Marûe dizendo estar muito feliz pelo namoro dos dois.

Marûe lança novamente os cabelos no pescoço do robô agora no solo, Chimey e Kimy o entrelaçam pelos os ombros e elas três caminham arrastando o robô.

Os meninos Falk e Sammy sobem na antena com mais de cem metros dos cabelos de Merlias que foram cortados. Timmy e Sapas amarram os cabelos de Merlias aos ombros do robô, as meninas sobem e Merlias fica escorada em uma árvore observando o esforço que eles fazem. Merlias parece se conformar um pouco. Chimey fica no topo e Kimy sobe somente até o meio da antena, Chimey lançam por uma última vez os cabelos aos ombros e pescoço do Meca. Eles puxam o robô, ao mesmo tempo em que Marûe faz surgir um emaranhado de árvore sobre os seus pés o empurrando para cima. Quando ele fica completamente em pé, Kimy entrelaça o robô pela cintura num golpe de extrema força e num puxão derradeiro depois de tanto esforço acopla o Meca a antena.

Após todo esse esforço todos descem ao encontro de Merlias em apoio a ela, que entende a necessidade de não se abalar pela união e necessidade de todos em ajudar.

terça-feira, 10 de abril de 2007

Nova Seção Desembucha

Foi.... então... o Cbox e essa caixinha ai do lado pra estabelecer um contato mais direto...
estou começando a achar que essa experiencia pode ser mais interessante.

escrevinha ai...

AdSense e Google.. realmente rola grana ? veremos...

minhas primeiras impressoes... Ad Sense do Google...,
Sempre tive curiosidade pra saber se esses programas afiliados, realmente pagam e se isso realmente gera grana ... pediram 48 horas pra ativar a baçaga... vamo ver no que é que dá!!!
Se eu realmente ganhar dinheiro com isso pode deixar que eu posto novamente contando...

Braça

Jones

Vejamos para que, serve um blog

Eu Magrojones, me apresento como um leigo neste novo desafio, a procura de descobrir o que realmente é possivel se fazer sob dominio de um blog.

Espero realmente descobrir se isso aqui tem alguma finalidade interessante.

Abraço a todos o que seguirão comigo nessa jornada.

Giancarlo Naves